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FEIPLASTIC JÁ É SUCESSO GARANTIDO, COM EXCELENTES RESULTADOS

 

Com verba declarada de R$ 1,6 bi para compras, FEIPLASTIC se consolida como maior geradora de negócios da América Latina

Visitação do quarto dia de feira cresce 10% em relação à última edição e anima ainda mais os participantes na reta finalA FEIPLASTIC se aproxima do fim com excelentes resultados. Até agora foi declarada pelos participantes do evento uma verba de R$ 1.610.750.000,00 para compras. A alta cifra consolida a feira como a maior geradora de negócios da indústria do plástico na América Latina.

O crescimento não para por aí. Além de um número 10% maior de visitantes no quarto dia da feira, a FEIPLASTIC registrou aumento de 2% no número de visitantes com poder de decisão, dos quais 6% a mais estão com verba.

O setor de matéria-prima e insumos apresentou um crescimento de 13% em participação na feira. Já o petroquímico, de 14%. “Eu já estive em algumas edições da feira, porém esse ano ela veio mais completa e tem muitas empresas diversificadas do setor. Estou vendo um movimento maior em relação as outras edições e estou bem satisfeito”, disse Igor Costa, gerente comercial da Solid Concepts.

A feira se consolida baseada em três pilares: inovação, negócios e sustentabilidade. Os expositores reconhecem que a FEIPLASTIC encontrou uma proposta de valor consistente para o mercado do plástico. Acredito que atingimos um modelo definitivo para o que se espera do setor”, avaliou Leandro Lara, diretor do portfólio automotivo da Reed Exhibitions.

Além da função de gerar negócios para o setor do plástico a FEIPLASTIC assumiu a missão de desmistificar a vilania do plástico. “A visão negativa que se construiu em torno do plástico é muitas vezes emocional. As alternativas que temos a este produto muitas vezes são piores em termos de sustentabilidade ambiental e financeira”, disse Fábio Buckeridge, CDO da Braskem durante a palestra Inovação na Era Digital no Inova Plastic.

Outros palestrantes reforçaram a mesma visão nos outros dias do evento. Para eles, o plástico é um produto durável, barato e leve que pode possibilitar muitas mudanças positivas.

A FEIPLASTIC também conta com o Movimento Plástico Transforma, que apresenta projetos inovadores e coloca o plástico como protagonista, com tecnologia e criatividade.  O espaço é uma experiência educativa que permite ao visitante desafiar um robô resolvedor de cubo mágico, desenhar com as canetas 3D e entender o funcionamento de um sistema de autoirrigação em hortas automatizadas, além de disseminar conceitos importantes, como a economia circular, iniciativas de uso, reuso e reciclagem do plástico.

Inovação na Era Digital

Um dos temas debatidos nesta quinta-feira  foi a inovação na era digital. Participaram deste painel Fábio Buckeridge, CDO da Braskem, Fabiano Assunção Sant’Ana, digital head South America da BASF e Fernando Birman, CDO da Solvay.

Os três falaram nas transformações que se aproximam como as macrotendências da economia circular, economia compartilhada, veículos autônomos e inteligência artificial. “O desafio para os próximos cinco anos é que mais pessoas dominem inteligência artificial e programação”, disse Buckeridge.

 

Número de visitantes cresce 17% no terceiro dia e bate recorde 

 Já nas primeiras duas horas do terceiro dia(24/04) a FEIPLASTIC bateu recorde de visitação comparado com os anos anteriores do evento. Foi registrado um aumento no número de visitantes de 17% nesta quarta-feira, o que elevou ainda mais a expectativa por novos negócios.

Já podemos considerar esta edição um enorme sucesso. Até o momento realizamos cerca de 500 rodadas de negócios e os expositores estão recebendo compradores em seus estandes”, comemorou Patrícia Oliveira, gerente de produto da FEIPLASTIC.

O poder de compra dos visitantes também aumentou nesta edição e bateu a marca de R$ 266 milhões declarados; 54% deles têm influência no processo de tomada de decisão – número 5% maior que a edição passada em 2017.

A edição de 2019 conta com 35 mil m², mais de 1000 marcas expositoras e expectativa de 56 mil visitantes de 30 países durante os cinco dias de feira. Dos visitantes internacionais, 86% são da América do Sul, 6% Europa, 4% América do Norte e 2% África.

A indústria do plástico é a quinta que mais emprega no Estado de São Paulo e tem um papel preponderante na retomada do crescimento econômico. “A indústria do plástico é fundamental porque dá suporte a vários outros segmentos industriais”, disse José Ricardo Roriz Coelho, presidente da ABIPLASTIC.

Além do volume de negócios, a feira também proporciona aos participantes o contato com novas tecnologias e soluções. Nesta edição da FEIPLASTIC, a arena Inova Plastic tem sido palco para a apresentação de muitas dessas novas soluções que estão se tornando tendência mundo afora.

 

Expositores comemoram os negócios fechados  

A FEIPLASTIC chegou ao final do terceiro dia (24/04) com a satisfação dos visitantes e expositores. Todas as expectativas foram superadas até agora, com a presença de mais de 1000 marcas,  cerca de 500 rodadas de negócios, ações interativas e 20 horas de conteúdo no Inova Plastic.

O diretor de estratégia da Braskem, Fábio Santos, conta que estão recebendo uma média de 300 pessoas a cada hora no estande. “A feira está nos dando uma oportunidade única para apresentarmos as inovações da empresa, com destaque para o desenvolvimento de economia circular, o portfólio de produtos de resinas recicladas e também do I’m green™ para resinas de fontes renováveis”.

A expectativa da organização do evento é que até sexta-feira (26), a FEIPLASTIC receba 56 mil visitantes de mais de 30 países sendo que 86% são da América do Sul, 6% Europa, 4% América do Norte e 2% África.

 A FEIPLASTIC está um sucesso. Nossa expectativa é de que 50% das reuniões que tivemos se revertam em negócios”, comemora Eliton da Silva, responsável pelo departamento comercial da Ampacet Latin America.

 O poder de compra dos visitantes também aumentou nesta edição e bateu a marca de R$ 266 milhões declarados já no primeiro dia. Outro dado interessante é que 54% dos visitantes disseram ter influência no processo de tomada de decisão – número 5% maior que a edição passada em 2017.

Nossa experiência na FEIPLASTIC está sendo altamente positiva e superou as nossas expectativas. As prospecções são excelentes e o público muito qualificado. Trabalhamos com uma expectativa de conversão de negócios acima de 30%”, disse Carlos Benedetti, diretor comercial da Nova Trigo.

 

Sustentabilidade

Um dos painéis apresentados na quarta-feira (24/04) no Inova Plastic abordou a sustentabilidade. A questão quase sempre é vista apenas sob o ponto de vista ambiental, mas de acordo com os palestrantes o tema é muito mais complexo, pois envolve também economia e sociedade.

Estamos tentando mudar a visão que a sociedade tem do plástico. Ele é um ótimo produto, traz leveza aos carros e durabilidade aos alimentos, por exemplo. Precisamos discutir a reciclagem e como esse processo deve começar a partir das grandes empresas, tornando sua economia circular”, disse Bruno Igel da WiseWood.

Renato Paquet, CEO e Co-fundador da Polen, foi mais enfático: é preciso acabar com a ideia de que o produto tem um fim e que existem resíduos. O passaporte para o futuro é a reciclagem dos resíduos com a valoração dos produtos pós-consumo e pós-indústria.

Também participaram do painel Gustavo Alvarez, Presidente da America Tampas e Linda de Oliveira, que apresentaram cases interessantes de suas empresas. “Nada precisa ser lixo. Há caminhos muito melhores que esse”, finalizou Linda.

 

SAE BRASIL traz para a FEIPLASTIC painel automotivo e reforça que o grande desafio está relacionado a sustentabilidade e emissão de CO² dos veículos

Produzir veículos automotivos está cada vez mais barato por conta do plástico. Esta foi uma das revelações durante o segundo dia de palestras da arena Inova Plastic com a curadoria de conteúdo da SAE BRASIL.

Em sua palestra “Inovação de plásticos na mobilidade”, o engenheiro Jef Chandley Cruz, da RTP Company Mercosul, trouxe muitas informações importantes sobre o uso do plástico no setor automotivo. Uma delas foi a substituição do alumínio pelo produto nos componentes do veículo automotor, que tem tornado a produção muito mais barata.

A segunda palestra, intitulada de “A nova rota do mercado automotivo e como os materiais compósitos podem te ajudar a recalculá-la”, também abordou as inovações com o uso do plástico na produção. De acordo com o palestrante Rodrigo Berardine, da Owenscorning, a produção automotiva continua em franca expansão.

O mercado automotivo continua crescendo. Em 2005 foram produzidos 60 milhões de veículos. A expectativa é que em 2025 sejam produzidos 120 milhões de veículos, mas que serão completamente diferentes dos de hoje”, disse Berardine.

O grande desafio está relacionado à sustentabilidade e à emissão de CO² dos veículos. Há países em que a legislação já avançou bastante nesta temática e foram impostas metas de redução na emissão do gás. A solução está em investir em materiais mais leves que aumentem a autonomia dos veículos e os tornem menos poluentes. As cifras impressionam: para cada quilo retirado do veículo são poupados 0,09 g de CO²/km que iriam para a atmosfera.

Para cumprir com as metas de redução da poluição atmosférica, os engenheiros estimam que 36% da solução passa pela redução do peso dos veículos. “O plástico é um componente revolucionário que vai mudar o mundo”, enfatiza Jef Cruz.

De olho nestas tendências, a SABIC, outra empresa participante do debate, desenvolveu tampas traseiras em plásticos, que garantem maior leveza aos veículos. “Buscamos redução de peso, liberdade de design e flexibilidade, por isso trouxemos uma solução com um conceito inovador e eficaz para aplicações dos reforços plásticos das portas traseiras dos automóveis, conhecido como reforço estrutural da tampa traseira”, declarou Mauricio Ávila, engenheiro e responsável pelo setor automotivo da empresa.

O mundo está ficando mais leve

As inovações vão além da indústria automotiva. Cruz, da RTP, mostrou alguns cases que baratearam a produção e trouxeram mais funcionalidade aos produtos. É o caso, por exemplo, das rodas das cadeiras de rodas que antes eram feitas de alumínio e agora em material plástico. “Essas rodas são mais baratas, mais resistentes e mais funcionais”, explicou.

Outro produto destacado foi a fuselagem do avião. “Hoje ela é mais leve e resistente por causa do plástico”, finalizou.

O Inova Plastic conta com recorte de questões ligadas à inovação para alavancar a competitividade e fortalecimento do setor e tem uma grade robusta de palestras até o dia 26, sexta-feira. Tem o apoio da Renault, New Mobility, Salão Internacional do Automóvel de São Paulo e Fiesp.

 

Poder de compra de visitantes supera R$ 266

As primeiras 48 horas da 17º edição da FEIPLASTIC superaram a expectativa dos visitantes e expositores do principal evento de plástico da América Latina. Com cifras expressivas, a feira contou com 400 rodadas de negociações até o momento e espera superar o volume de negócios das últimas edições em 20%.

De acordo com a organização do evento, nos dois primeiros dias 54% dos visitantes têm influência no processo de tomada de decisão – número 5% maior que a edição passada, em 2017. Destaque também para o incremento na indústria automobilística, que chegou com força nesta edição do evento.

As rodadas de negócios internacionais tiveram a participação de grandes empresas como as argentinas Bunge e Arcor. “Hoje recebemos 22 compradores das Américas. Estamos esperando mais de 70 empresas brasileiras que farão negócios com esses compradores”, explicou Cristina Sacramento, especialista em desenvolvimento de mercado do Think Plastic Brasil.

Nós tivemos um número de visitantes que surpreendeu até o momento. Estamos fazendo a demonstração de duas máquinas e uma delas é a Borche, maior máquina injetora da feira e única que está trabalhando com mold label. Com essas novidades e o público qualificado da feira, nossa empresa conquistou uma visibilidade importante”, disse Edilson Lyra Martinez, gerente de negócios da Alfainjet.

Os dois primeiros dias do evento também trouxeram muitas oportunidades para a Intermarketing. “Mas nossa atenção está voltada completamente para o terceiro dia, pois temos agendado a maior parte das visitas”, revelou Cléia Costa, coordenadora de marketing da empresa.

Para Edison Terra da Braskem, vice-presidente da Braskem Unidade de Poliolefinas América do Sul e Europa, “a feira é uma grande plataforma para ampliar as discussões com os clientes”. Já para Roberto Melo, gerente de manutenção da HAITIAN, a expectativa do evento é alta, pois o mercado de plástico está crescendo. “Em 2017 tivemos uma experiência positiva e nossos clientes já confirmaram a participação na edição 2019”, confirma.

Mais completa e diversificada

Outro ponto apresentado pelos expositores foi o crescimento da feira em relação às últimas edições. Alex Keane, gerente de marketing e desenvolvimento das Américas da EXXONMOBIL, esteve na FEIPLASTIC há sete anos e ficou impressionado com a mudança. “A feira cresceu muito e o evento é importantíssimo para fomentar novos negócios”, comenta.

A economia circular é outro destaque da feira. “É um compromisso público que assumimos em novembro de 2018 e visa oito iniciativas em prol do tema, entre elas estão: os esforços para o desenvolvimento de parceiras com os clientes na concepção de novos produtos para ampliar a eficiência e facilitar a reciclagem e a reutilização de produtos plásticos”, explica Edison Terra da Braskem.

Os visitantes também se surpreenderam com os 35 mil m² da 17ª edição da FEIPLASTIC. A feira trouxe a preocupação de incorporar toda a cadeia do plástico: da matéria-prima à reciclagem. “Já estive em algumas edições da feira, porém esse ano estou vendo um movimento maior em relação as outras edições e estou bem satisfeito. Meu objetivo é prospecção de clientes e relações de parcerias no ramo de impressão 3D”, disse Igor Costa, gerente comercial da Solid Concepts.

Fonte: FEIPLASTIC | KB!COM Comunicação Corporativa

 

Rede de cooperação para o plástico integra painel de sustentabilidade

Criada em abril de 2018 para unir todos os elos da cadeia produtiva do plástico, a Rede de Cooperação para o Plástico foi apresentada ao público do INOVA PLASTIC nesta quarta-feira (24), durante a FEIPLASTIC 2019. O painel, cujo tema principal foi sustentabilidade, teve a participação de Gustavo Alvarez, presidente da America Tampas e coordenador do eixo de design da REDE, e Bruno Igel, presidente da Wise e coordenador do eixo de logística e infraestrutura da REDE.

Além dos representantes da REDE, participaram do debate Linda de Oliveira, coordenadora de comunicação e marketing da Sinctronics, empresa que coleta e transforma produtos do setor de eletroeletrônicos, e Renato Paquet, CEO da Polen, startup que desenvolveu uma plataforma digital de compra e venda de resíduos.

Gustavo Alvarez contou como se formou a REDE e enalteceu a grandeza da iniciativa, que completou um ano em 2019. Segundo ele, é a primeira vez que se consegue reunir todos os elos da cadeia produtiva do plástico para fazer uma defesa do material e encontrar soluções para evitar o seu descarte incorreto.

Hoje em dia existem muitas ações ocorrendo, mas nenhuma até agora conseguiu enxergar o todo. A REDE vem para ter uma visão 360° da questão. O plástico não pode ser visto como vilão, mas sim como solução”, explicou. Ser efetivamente sustentável, continuou Alvarez, é olhar tanto para o lado social como para o econômico. “Se não for dessa forma, a conta não fecha”.

Bruno Igel também apresentou dados e experiências da REDE sob a perspectiva do campo em que atua: a reciclagem. “Reciclar é o pior trabalho logístico do mundo. Você tem que tirar da casa das pessoas o que elas não querem, separar e limpar todos os materiais e dar o fim adequado para cada uma deles”, brincou.

A importância de a cadeia estar alinhada e discutir os processos em conjunto é muito benéfica para incentivar cada vez mais a reciclagem. E a participação das grandes indústrias de bens de consumo é fundamental. “O reciclado só vai ganhar escala quando o consumidor não notar que o produto é feito com esse material. Precisamos colocá-lo no mercado sem mudar a experiência de compra das pessoas e as empresas têm que estar dispostas a mudar sua cultura para aumentar a demanda por reciclado”.

Linda de Oliveira trouxe cases vividos pela Sinctronics, empresa que desenvolveu infraestrutura e tecnologia para coletar e transformar eletroeletrônicos em matéria-prima e peças para novos produtos. Para a companhia, a política reversa foi o primeiro desafio. “A indústria não foi construída para uma estrutura circular. Desde a Revolução Industrial operamos de uma forma linear. Então desenvolvemos um programa para fazer a logística reversa no valor da logística linear”, disse. Segundo ela, com a tecnologia desenvolvida pela empresa, a Sinctronics consegue fazer o processo de logística reversa 30% mais barato do que os outros players do mercado.

A Polen, plataforma online que conecta compradores e vendedores de todos os tipos de resíduos, foi apresentada pelo seu presidente, Renato Paquet. “Nosso principal objetivo é tornar mais fácil a absorção da economia circular”, explicou. Segundo Paquet, há falta de matéria-prima, como o PET, no mercado de reciclagem, o que é um contrassenso. “Foi pensando nessa realidade que nasceu a Polen, para conectar os ciclos produtivos das indústrias. Pegamos os resíduos pós-indústria que as empresas geram e fazemos a conexão com os recicladores. Transformamos os resíduos em receita para as indústrias”.

Fonte desta nota: Abiplast

RESUMO: Moldes Injeção Plásticos

Serviço:

Evento: FEIPLASTIC 2019 – Feira Internacional do Plástico

Data: 22 a 26 de abril de 2019

Horário: 11h as 20h (segunda a sexta-feira)

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme

Credenciamento gratuito: https://www.feiplastic.com.br/Credenciamento

 

 

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