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INICIATIVA DA BRASKEM PROMOVE LOGÍSTICA REVERSA E RECICLAGEM

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Iniciativa da Braskem promove logística reversa e reciclagem de copos descartáveis para empresas

Programa faz parte da Plataforma Wecycle e já conta com o apoio da Jaguar Transforma, da Altacoppo e da Copobrás
Empenhada na missão de gerar valor para a cadeia do plástico e promover a importância do descarte correto e da reciclagem, a Braskem anuncia parceria com a empresa Dinâmica Ambiental para implementação do Programa de Logística Reversa de Copos Plásticos de Polipropileno (PP). O projeto, que já conquistou o apoio da Jaguar Transforma, da Altacoppo e Copobrás busca orientar e incentivar organizações a instituírem melhores procedimentos de logística para o destino correto de copos plásticos após o seu uso.

O programa faz parte da Plataforma Wecycle, iniciativa da Braskem que fomenta a valorização de resíduos plásticos ao longo de toda a rede produtiva, e tem como objetivo disseminar informações e boas práticas sustentáveis junto a companhias de diferentes perfis e setores da economia. Para isso, a Dinâmica Ambiental disponibilizará o recolhimento apropriado para a coleta dos copos descartados por empresas e estabelecimentos comerciais.

O material coletado será levado para recicladoras parceiras Wecycle e, posteriormente, transformado em resina pós-consumo, que será usada na fabricação de novos produtos, como tampas para cosméticos, utensílios domésticos, entre outros. Durante este processo também serão coletados dados sobre a geração de resíduos, índices de reciclagem e melhor valorização dos materiais.

As empresas interessadas possuem duas formas de participação. É possível associar-se ao programa e se tornar apoiadora, ajudando a fomentá-lo por meio de aporte financeiro via cotas. Ou se tornar uma participante, optando pela logística reversa dos copos dentro de sua empresa.

Estudamos diversos meios para promover o desenvolvimento sustentável e o fortalecimento da cadeia de logística reversa de copos descartáveis, buscando conciliar isso com as demandas de nossos clientes. Esta é mais uma medida que reforça o compromisso da Braskem com a economia circular”, afirma Fabiana Quiroga, diretora da área de Reciclagem e Plataforma Wecycle da Braskem.

De acordo com o diretor corporativo da Dinâmica Ambiental, Helio Junior, o escopo do projeto possibilita também que as organizações que aderirem a ele possam expor a aplicação da iniciativa em uma plataforma especializada em sustentabilidade. “Essa é uma iniciativa que apoiará as companhias no descarte responsável. Todos os parceiros e apoiadores poderão disseminar a adesão. A plataforma terá seu conteúdo repercutido em mídias sociais visualizadas por leitores e influenciadores com interesse pelo tema, qualificando a percepção do público sobre sua atuação sustentável”, conclui.

O programa já estreia com dois importantes participantes importantes, a Davines, fabricante internacional de produtos para cabelo, e a SICK Brasil, empresa de tecnologia industrial com sede na Alemanha e operação em 88 países, incluindo o Brasil. A meta é atuar junto a companhias de todos os segmentos, tanto produtoras e distribuidoras de copos descartáveis e plástico, quanto empresas que apenas os utilizam, engajando parceiros e apoiadores ao programa.

Pesquisa
Para entender como os copos descartáveis são usados em diferentes contextos, a Braskem, em parceria com a consultoria ACV Brasil, realizou um estudo comparativo de Avaliação do Ciclo de Vida entre copos descartáveis de polipropileno (PP) e copos reutilizáveis após serem lavados. As informações obtidas serão usadas na aplicação do Programa de Logística Reversa de Copos Plásticos de Polipropileno (PP).

A pesquisa mostra que os copos descartáveis de PP demandam 30% menos energia em seu ciclo de vida, usam menos água, ao consumirem apenas 26 ml em todo o seu ciclo (incluindo produção e reciclagem), enquanto os copos reutilizáveis podem utilizar até 1,2 L em cada lavagem manual.

Há a percepção de que os copos descartáveis prejudicam mais o meio ambiente, por conta do maior volume de resíduos gerados, mas essa pesquisa mostra o inverso quando consideramos os diversos tipos de impacto ambiental que podem ocorrer. No caso dos reutilizáveis, o impacto se concentra na lavagem e no caso dos descartáveis o impacto se concentra na produção e descarte do material. Por isso, a reciclagem dos copos plásticos é fundamental”, observa Yuki Kabe, especialista de Análise de Ciclo de Vida da Braskem.

Fonte: CDN Comunicação

 

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INCENTIVO À RECICLAGEM

Artigo: Ademir Izidoro, Presidente do SAMAE de Jaraguá do Sul

O mundo se transforma rapidamente. Novas tecnologias surgem para acondicionamento de produtos das mais diversas formas e insumos. São caixas, sacolas, garrafas, potes, pacotes, entre tantos outros exemplos. Tudo isso facilita muito a vida, mas deixa um passivo ao ambiente e cabe a cada um de nós a educação e a consciência de como dar a destinação correta para esses materiais.

O hábito de reciclar é um benefício para a saúde humana e do planeta, mas a realidade da reciclagem mostra que estamos longe do regular. As estatísticas colocam o lixo como um dos maiores problemas da sociedade moderna.

O estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2017 sobre o índice de reciclagem e a organização do setor no Brasil aponta para uma geração de resíduos urbanos em torno de 160 mil toneladas diárias, sendo que 30% a 40% desse montante são considerados de reaproveitamento e reciclagem e apenas 13% desses resíduos são encaminhados para a reciclagem.

A pesquisa revela, ainda, a composição dos resíduos descartados no país: 57,41% é de matéria orgânica (sobras de alimentos, alimentos deteriorados, lixo de banheiro), 16,49% de plástico, 13,16% de papel e papelão, 2,34% de vidro, 1,56% de material ferroso, 0,51% de alumínio, 0,46% de inertes e 8,1% de outros materiais.

Muito distante do ideal de reciclagem no país e em Santa Catarina, é preciso ter consciência e atitude para melhorar esse índice. No Estado, em média, 31% dos resíduos que deveriam ir para coleta seletiva nas cidades acabam nos aterros sanitários.

Jaraguá do Sul já vem, há tempo, desenvolvendo trabalho para fazer crescer a separação e a reciclagem do material seco, evitando a destinação para aterros sanitários.

Entre os anos de 2014 e 2015, quando teve início o saco verde na cidade, o índice chegou à casa dos 23% de reciclagem. Agora, em 2018, com o retorno do programa Recicla Jaraguá e o saco verde, em menos de 40 dias, o índice que havia caído para 8% já passa dos 18%.

O saco verde é uma atitude do poder público para o incentivo desta importante ação. Mesmo que não tenha esse benefício, é necessário que as pessoas também façam a correta separação do material reciclável. A reciclagem e o reaproveitamento dos materiais é o primeiro passo para uma vida com mais qualidade.

Fonte: A Notícia – 25.07.2018

 

 

 

 

 

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