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K’2019: TECNOLOGIAS EM AÇÃO NA FEIRA Nº 1 DO PLÁSTICO

 

 

 

Fonte: Plásticos em Revista

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Tecnologias em ação na feira nº 1 do plástico fortalecem a indústria diante da maior ofensiva que já sofreu

Na primeira quinzena de agosto, a apenas dois meses da abertura em Düsseldorf da K’2019, a maior feira do plástico global, a ministra alemã do Meio Ambiente alardeou a intenção de banir sacolas plásticas a título de ajudar a evitar a piora das mudanças climáticas. Este repúdio ao plástico no país que é o epicentro da inteligência e tecnologia do material dá mais corda à fuzilaria de intensidade inédita descarregada por todos os lados sobre o bolso e a imagem desta cadeia industrial. Afinal, a economia internacional derrapa, a Europa se acerca da recessão e sente na carne o quanto dói o Brexit, a guerra comercial EUA x China não esmorece; a maioria dos destinos das exportações dos países desenvolvidos se retrai e a mudança de atitudes dos consumidores ditadas pela consciência ambiental inspira legisladores como a ministra alemã e o Parlamento Europeu a embarcarem em vetos a produtos plásticos de uso único aplaudidos com gosto pela mídia não especializada e pelo eleitorado verde. Mas o discurso no palanque convenientemente omite que o plástico deu – e continua a dar – à humanidade a maior contribuição ao desenvolvimento sustentável já proporcionada por uma matéria-prima: o acesso indiscriminado a bens de consumo e a soluções para melhorar o padrão de vida que, no passado, não passavam da soleira das classes mais favorecidas.

Melhor e mais produtivo que bater boca com ecoxiitas, discussões em que o radicalismo sempre atropela a razão, é o setor plástico responder com o estado da arte da sua tecnologia às pressões ambientalistas. É este o recado por trás das sacadas que o setor desvendará de 16 a 23 de outubro na K’2019 e não é à toa que a economia circular foi escolhida como tema central desta exposição trienal.

Duas diretrizes que se entrelaçam vão causar a ruptura entre esta K e suas edições anteriores. Uma delas é o engajamento na causa ambiental de forma bem mais veemente do que a simples pintura de verde das máquinas, destaque na feira de 30 anos atrás. Na K’2019, como ilustra a prévia de suas atrações nesta reportagem, alastram-se os anúncios de exibição ao vivo de máquinas básicas e periféricos em trabalho com resinas recicladas e polímeros de fontes renováveis. O fato de a capacidade global de bioplásticos ainda ser uma merreca, da ordem de 2.110 milhões de toneladas em 2018, volume vizinho da produção brasileira de poliolefinas apenas no primeiro semestre deste ano, não tira dos materiais biodegradáveis no estrelato da K 2019 a aura de um voto de confiança do setor plástico no futuro deles. Vale o mesmo para a exposição de tecnologias de reciclagem química e seus materiais e aplicações que começam a vir à luz.

A outra viga mestra conceitual da feira é a busca das máquinas em acertar o passo com TI e a inteligência artificial, convergindo para benesses econômicas e reverências à economia circular, tais como a tolerância zero com o scrap gerado em linha a redução do gasto energético e dos ciclos e o imperativo de repaginar a qualificação do chão de fábrica para a interface com a Indústria 4.0. Como deixa claro o aperitivo a seguir das novidades na K’2019, a conectividade sucede a automação dos equipamentos e células como musa inspiradora da evolução dos processos.

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Um zap na vanguarda que vai bombar em Düsseldorf

Arburg
Entre os pontos altos do mega estande desta grife alemã, constam soluções digitais para o transformador de injeção, a exemplo de um novo sistema de simulação de controle e do lançamento de “Plasticising Assistant”, sistema focado no processamento de material e manutenção preditiva da rosca. Todas as injetoras expostas pela Arburg contarão com dispositivo de conectitividade, com porta de acesso a inteligência artificial industrial acoplada ao sistema central ALS. Ainda na seara da manufatura aditiva, uma injetora elétrica Allrounder 570 de 200 toneladas e sistema de controle Gestica dispõe de aparato de informática que a Arburg informa de antemão que produzirá armações de óculos de poliamida (PA) 12.
Em reverência à economia circular, a Arburg apresentará uma injetora híbrida Allrounder 1020H de 600 toneladas e 1.020 mm de distância entre colunas produzindo oito copos de polipropileno (PP) reciclado em ciclo aproximado de quatro segundos.

De volta ao cercado das inovações, uma injetora elétrica Allrounder 470 A, de 100 toneladas, demonstrará sua excelência no trabalho com produtos contemplados com revestimento no interior do molde, mérito da tecnologia Injection Moulded Structured Electronics (IMS). Nesse processo, filmes com funções eletrônicas integradas são inseridos no molde e revestidos com policarbonato resultando na produção de faróis noturnos em ciclo de injeção ao redor de 75 segundos.

battenfeld-cincinatti
O estado da arte na supervisão do processo de extrusão rígida e de chapas para termoformagem dá o tom no estande da empresa. Referência nesse sentido é a nova geração do sistema de controle BCtouch UX, de operação simples e intuitiva e cujos componentes são de fácil visualização no painel de 21.5”. Todos os dados relativos à cada componente da extrusão são estocados num módulo de gerenciamento da formulação e transferidos tão logo a receita seja alterada, mantendo estável a produção da extrusora mono ou dupla rosca da battenfed-cincinatti. Outro ás que a empresa tira da manga na K’2019: o botão de acionamento Dash. Se o operador aferir qualquer problema no processo ou pedir ajuda por qualquer motivo, basta pressionar este botão que uma notificação será enviada para a assistência técnica da battenfeld-cincinatti com rápido retorno, proporcionado assim a resolução mais simples e ágil do entrave em questão.

Davis-Standard
A febre da conectividade também contagia a Davis-Standard. Em sua vitrine na feira, merece destaque o sistema de tecnologia inteligente DS Activ Check, destinado ao monitoramento contínuo das extrusoras da empresa, apresentando registros em tempo real de potenciais defeitos. A bordo de sensores e monitores, esta ferramenta preditiva será exibida numa extrusora de perfis munida de Microsoft Windows 10 em seu sistema de controle integrado EPIC III. Luzes também serão direcionadas para o sistema de controle Italycs 5, desenhado para trabalho com extrusoras blown. Outro ímã de visitantes para o estande: o anel de ar Vector, com nova tecnologia de controle de ar, garantindo consistente resfriamento para minimizar variações no diâmetro através da largura do filme de matriz tubular.

Rajoo
Verbete indiano em extrusoras, a Rajoo acontece na K jogando holofotes sobre duas máquinas. Uma delas é a automatizada coextrusora blown de sete camadas Heptafoil, qualificada para gerar 450 kg/h de filmes. A outra atração, cognominada Lamina rPET, consta de coextrusora de dupla rosca para trabalho com PET reciclado em chapas transparentes de três camadas, na mesma faixa produtiva da linha Heptafoil.

Repsol
Concebido a quatro mãos com o transformador DNT Nonwoven fabrics, a petroquímica Repsol lança na feira uma resina de codinome infindável: 25RXPP086YE. Trata-se de um grade de PP para nãotecido com teor de 25% de reciclado proveniente de aparas industriais da mesma poliolefina. O lançamento traduz a conversão da empresa ao evangelho da economia circular e, conforme ela assegura, a presença do material recuperado não compromete a confiabilidade da industrialização do filamento.

Bekum
Pilar global em sopradoras por extrusão contínua, a alemã Bekum faz na feira mesura para a economia circular enfatizando as credenciais de um equipamento com cabeçote de três camadas para produzir estruturas com poliolefina reciclada no miolo e virgem nas paredes externa e interna. Outro chamariz de público é um componente opcional: o sistema magnético de troca rápida (15 min por unidade de fechamento) de moldes, sem dependência de ferramentas complementares.

Matila
Titular de Taiwan em extrusoras de filmes, a Matila baixa em Düsseldorf com um desenvolvimento impronunciável: CT-FL5/65556/1800. Em bom português, consta de uma coextrusora blown de cinco camadas com resfriamento interno do balão (IBC) capacidade máxima de 160 a 320 kg/h (a depender do material e especificações da película), janela de largura útil de 1.000 a 1.600 mm e gama de espessura entre 0,03 e 0,15 mm.

Boy
Vocacionada para injetoras de menor porte, no limite máximo de 125 toneladas de força de fechamento, a alemã Boy singulariza seu estande com a ênfase na automação das máquinas e no network entre a tecnologia de injeção, periféricos e robôs em unidades colaborativas Cobot. Entre as novas sacadas, desponta a tecnologia de plastificação Servo-Plast e o engajamento na sustentabilidade é evidenciado na apresentação de cinco injetoras produzindo artefatos de plásticos reciclados e de fontes renováveis.

Kiefel
A vedete do estande é a nova geração de termoformadoras Speedformer KMD 78.2, com pontos altos como a interface homem/máquina simplificada a ponto de ser manipulada por operadores sem treinamento específico. Os destaques prosseguem com a ergonomia da linha, a transparência dos indicadores do processo fornecidos e a economia energética proporcionada por servomotores. Pictogramas e gráficos respaldam o ajuste dos parâmetros do equipamento e, quando preciso, ajudam a detectar e corrigir falhas em linha. Por sinal, os parâmetros requeridos para acionar a máquina são poucos, pois os demais preparativos são executados automaticamente por algoritmos.

Rikutec
O centro das atenções dessa exposição da Rikutec, referência alemã em sopradoras e moldes de rápido resfriamento para este processo de transformação, será o equipamento incumbido de produzir ao vivo um recipiente industrial 100% de plástico e apregoado como inédito no gênero: a primeira bombona de 200 litros contendo outra similar, resultado do sopro de polietileno de alta densidade (PEAD). A Rikutec salienta que o container se adequa às regulamentações europeia e norte-americana de transporte de produtos perigosos, a exemplo de químicos agressivos. A empresa acrescenta que sua tecnologia de sopro coex gera embalagens industriais de 100 a 10.000 litros.

Basf
A Basf vai causar furor em Düsseldorf com a exibição de seus feitos na reciclagem química, emoldurados em seu projeto ChemCycling e cuja viga mestra é o uso como matéria-prima, pelo conglomerado alemão, de óleo de pirólise derivado de resíduos plásticos pós-consumo. Um exemplo eloquente é uma iniciativa ainda em fase piloto: a injeção do grade de poliamida (PA) Ultramid B3WG6 Ccycled Black 0564 no protótipo de suporte do front end do SUV elétrico I-Pace da montadora Jaguar Land Rover. Na mesma trilha, reluz no estande um tipo de poliestireno expandido (EPS) sob o codinome Styropor P Ccycled acenado como recipiente para isolamento térmico de fármacos, transporte de pescados e embalagem protetora para dispositivos eletrônicos. De volta à raia de PA, o projeto ChemCycling inspirou o transformador alemão Südpack a utilizar a resina de barreira da Basf em combinação com polietileno para o filme multicamada destinado a embalar muçarela, numa investida que se próxima de uma solução para flexíveis considerados de reciclagem complexa. Outro desenvolvimento no pódio do estande é o disjunto da Schneider Electric injetado com PA reciclada Ultramid.
Para os visitantes brasileiros, a presença da Basf na K’2019 tem o peculiar significado da primeira aparição do grupo como único produtor de plásticos de engenharia no país. Fruto da compra do negócio global de PA da Solvay, a Basf assume no Brasil as rédeas da planta de polimerização de PA 6.6 e beneficiamento desta resina e de PA 6 em São Bernardo do Campo (SP). Trata-se da segunda incursão da Basf como produtora e componedora de PA no Brasil. A primeira foi a unidade da Mazzaferro, também em São Bernardo, adquirida pela Basf em 2012 e fechada após incêndio em 2015.

Sepro
Entre modelos de três, cinco e seis eixos, um efetivo de oito robôs entrarão em ação na vitrine da empresa, fora 11 exibidos em células no estande de injetoras parceiras da Sepro. O espaço da grife francesa de robótica também será abrilhantado por uma célula composta de injetora Sumitomo Demag com robô cartesiano SDR Speed 7 removendo uma peça técnica do molde em menos de um segundo. A outra célula em cena alinhará uma unidade colaborativa (cobot) Sepro-Universl Robots com um robô cartesiano Sepro Sucess11 operando uma injetora Haitian destinada a produzir copos com rótulo aplicado pelo cobot.

Haitian
Disponível em versões de um, dois e quatro fusos, a injetora elétrica VE200III pontifica no estande produzindo um componente médico hospitalar de PP, mesma resina injetada ao vivo pela injetora híbrida (componentes elétricos com motor hidráulico) Zeres ZE 2300F-830h. fornecendo tampas em moldes de quatro cavidades,com impressão no interior da ferramenta (IML) e removidas por robô Sepro. No campo das autopeças, a Haitian destaca na K a injetora de duas placas da série Jupiter III JU5500III-2230, produzindo item de policarbonato integrante do sistema de iluminação com apoio de robô de seis eixos ABB. O show fecha com a injetora servo hidráulica da série Mars III MA 1700III/plus fornecendo abridores de garrafas de PP reciclado em operação integrada por robô Hilectro.

Milliken
A fabricante norte-americana de aditivos marca seu território na feira enaltecendo os predicados do nucleante Hyperform HPN 715, destinado a empoderar PP em aplicações inerentes a plásticos de engenharia, a tiracolo de trunfos como a temperatura de deflexão térmica assegurada como superior a de concorrentes no gênero. Outra vedete no estande: novos integrantes da família DeltaMax de modificadores de desempenho de PP, aumentando seus índices de fluidez e resistência ao impacto.

Polyplastics
Dínamo global em plásticos de engenharia e, através da subsidiária alemã Topas, em copolímeros ciclo olefínicos (COCS), a japonesa PolyPlastics reparte seu desfile na K entre os redutos de bens duráveis e não duráveis. No primeiro caso, ela realça no estande a performance do poliacetal Duracom de alta fluidez na injeção de componentes do sistema de combustível automotivo. Para uso em carros elétricos, a empresa recomenda o polibutileno tereftalato (PBT) Duranex e sulfeto de polifenileno (PPS) Durafide para aplicações como unidades do controle energético, efeito de suas propriedades isolantes, baixa absorção de água e adequação a temperaturas de trabalho de -40ºC a 150ºC. Na praia das embalagens, a Polyplastics distingue no estande os préstimos de sua linha de COCS em blisters e bandejas para uso médico hospitalar.

Wittmann Battenfeld
O embarque da empresa austríaca na manufatura inteligente e ilustrado no estande por uma injetora elétrica Eco-Power 55/350 equipada com softwares HiQ-Flow, HiQ-Melt e Hi-Q Metering, robô W918 e sistema de controle Unilog B8 com roteador Wittmann 4.0. Com molde de quatro cavidades, esta célula produzirá prendedores de roupas de PC. Para evitar refugo em linha, rejeitos serão moídos no estande pelo novo granulador G-Max 9. No campo das injetoras verticais, o show será dado pela produção de plug automotivo de PA ou borracha termoplástica com pinos insertados em molde de quatro cavidades acoplado à injetora multiuso V Power 120/130H/210V reforçada com dois robôs. Ainda no plano automotivo, a Wittmann Battenfeld demonstrará sua tecnologia de espuma estruturada Cellmould produzindo com PP em molde de uma cavidade um suporte de banco no modelo de injetora com servomotor MacroPower 1100/12800.

Kautex
A linha de frente do estande deste ás alemão em sopradoras de extrusão contínua será ocupada pela máquina elétrica KBB60 produzindo frascos de três camadas de resinas de PE Verde e reciclado fornecidas pela Braskem. As paredes externa e interna serão moldadas convencionalmente e a interna será preenchida por um espumado. Para fechar o ciclo, um equipamento reciclará essas embalagens sopradas de polietileno de alta densidade em equipamento no estande da austríaca Erema.

Coperion
Redução de ciclo, reciclagem e o trabalho com biopolímeros compõem a trindade de diretrizes para a aparição dos equipamentos da Coperion na feira. No plano geral, será exibido o poderio tecnológico da empresa em máquinas em separado e sistemas turn key de aditivação, peletização, alimentação e transporte. Em destaque, duas extrusoras dupla rosca ZSK Mc (de 45 e 70 mm de diâmetro de rosca) com torque de 18 Nm/cm³ e alimentadores e componentes de devolatilização laterais.

Husky
Última palavra global em injetoras de tampas e pré-formas, a canadense Husky vai bombar na feira com a produção ao vivo de seu sistema HyPET HPP5. Seu portfólio de diferenciais alinham economia de energia, constância do processo, qualidade e leveza da pré-forma e ultra compreensível interface homem/máquina.

Engel
A produção em escala industrial de leves componentes automotivos à base de compostos – no caso PP com fibra de vidro – domina as atenções do estande da austríaca Engel, lenda viva das injetoras sem colunas. A exibição na feira visa a produção de componentes dos módulos de portas pelo processo denominado organomelt, empregando dois fornos de radiação infravermelha para aquecer e moldar três chapas de espessuras diversas (entre 0,6 mm e 2,5 mm) e alto acabamento superficial, moldadas a seguir numa injetora duo 3660/800. Os dois fornos e três robôs na célula operam integrados à unidade de controle IMM CC300, processo visualizado no painel da máquina.

Sabic
A petroquímica estatal saudita professa na K seu endosso à economia circular através da exposição de uma gama de aplicações, desde embalagens a peças de carros elétricos, produzidos com biopolímeros e resinas recicladas. Na mesma trilha, a Sabic trombeteia na feira o recente investimento numa unidade de reciclagem química de escala industrial, munida de tecnologia adepta da rota da pirólise e licenciada pela londrina Plastic Energy. Em paralelo, a empresa divulga avanços em soluções para nãotecidos livres de peróxidos e ftalatos.

Piovan
Nº 1 do planeta em periféricos, a italiana Piovan engatilha para a K a chegada da nova geração de desumidificadores Genesys, diferenciada pela tecnologia auto-adaptativa, dotada de gerenciamento automático da secagem e aprimorado para o trabalho com PET reciclado. Entre as melhorias introduzidas, destaque para o controle automático da pressão de injeção, solução passível de reduzir o custo de produção unitária de pré-formas com incremento de qualidade final e economia energética. O rol de estrelas no estande engloba o compacto misturador gravimétrico GDS 5 equipado com CLP Siemens, permitindo a instalação de até cinco estações de dosagem.•

Fonte: Plásticos em Revista

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