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SIMPLÁS REPRESENTARÁ O BRASIL NA GLOBAL PLASTICS ALLIANCE

 

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Simplás apresentará plano de educação e inclusão social em encontro mundial do setor plástico

Pela primeira vez na história, um sindicato representará o Brasil na reunião anual da Global Plastics Alliance, em Bali, na Indonésia, entre os dias 12 e 14

Pela primeira vez na história, um sindicato representará o Brasil no encontro anual da Global Plastics Alliance, uma das maiores organizações mundiais do setor, que congrega associações de indústrias do plástico e de segmentos relacionados, petroquímicas e institutos ambientais de todo o planeta. A missão caberá ao Sindicato das Indústrias de Material Plástico do Nordeste Gaúcho (Simplás). Na reunião que ocorre entre os dias 12 e 14, em Bali, na Indonésia, o presidente Jaime Lorandi , apresentará um inédito plano de aliança global para educação ambiental e inclusão social.

O convite ao Simplás partiu da direção da Plastics Europe, associação continental que representa os fabricantes da indústria de plásticos da Europa, por meio do diretor executivo da entidade, Karl-H Foerster, durante encontro com Lorandi em Bruxelas (Bélgica), no fim de novembro. A entidade é uma das integrantes da Global Plastics Alliance, que, além de outras, também conta com a participação do American Chemistry Council (ACC), representante da indústria de plásticos dos Estados Unidos. A organização mundial tem entre suas diretrizes, por exemplo, a busca por soluções para a limpeza dos oceanos e o desenvolvimento de iniciativas educacionais.

Em Bali, o presidente do Simplás apresentará a proposta de uma aliança global entre o setor plástico, as indústrias de alimentação, bebidas higiene e limpeza (grandes utilizadoras de embalagens plásticas), instituições de educação, petroquímicas e entidades relacionadas ao setor. O objetivo consiste em elaborar uma linguagem universal e implementar um programa de educação ambiental da população, com foco nos consumidores finais, e de inclusão social, para assegurar a profissionalização e dignidade dos catadores e recicladores.

A humanidade, atualmente, tem 7,4 bilhões de pessoas consumindo 70% a mais de recursos naturais do que a Terra consegue repor. O planeta já está exaurido e a população ainda vai aumentar. Em 2060, é previsto um contingente de 10 bilhões de pessoas, que consumirão ainda mais recursos. Nossa geração e as gerações futuras terão de praticar novos hábitos ambientais. Para termos uma boa qualidade de vida e sustentabilidade ambiental, teremos de reutilizar todo o material que consumirmos”, afirma Lorandi.

O dirigente observa que grande parte da composição dos produtos continua sendo matéria-prima após o consumo. Contudo, devido à ausência de educação ambiental e estrutura de coleta e processamento, muitos recursos deixam de ser reutilizados e acabam descartados indevidamente em rios, aterros e oceanos. E tendo como consequência, além de grandes desperdícios materiais, imensa poluição ambiental.

É necessário e urgentíssimo um movimento mundial para a realização de campanhas de educação ambiental para que todas as pessoas adquiram o hábito de separar e destinar corretamente seus materiais pós-consumo para a reciclagem. Indo além: é necessário também incluir economicamente e socialmente os trabalhadores da reciclagem, através da capacitação e geração de emprego e trabalho dignos, pois são o elo humano mais frágil desta atividade essencial”, conclui Lorandi.

Fonte: Simplás

Foto Jaime Lorandi: Júlio Soares – Objetiva Fotografia

 

 

 

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