Você está em
Home > Notícias > EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS MUDAM DE ATIVIDADE COMO SOLUÇÃO CONTRA A CRISE

EMPRESÁRIOS E PROFISSIONAIS MUDAM DE ATIVIDADE COMO SOLUÇÃO CONTRA A CRISE

 

 

Empresários e profissionais mudam de atividade como solução contra a crise

Como a situação econômica está bastante complicada no país, com baixa atividade econômica e crescimento, isso tem motivado alguns profissionais ou mesmo empresários a seguir outros caminhos, mudando de ocupação e negócio. O setor de plástico por causa de sua amplitude e aplicações tem captado esse interesse, e a Escola LF de cursos profissionalizantes em plástico tem notado entre alguns dos novos alunos com outras formações, cargos e ocupações esse aumento crescente de interesse.

A população, infelizmente, não conhece a área de plástico e, portanto, não sabe das oportunidades e inclusive que a formação profissional pode ser adquirida rapidamente num treinamento adequado. Um trabalhador pode aprender, por exemplo, a preparar uma máquina e entender todo o processo de produção em apenas alguns meses”, explica Alexandre Farhan, diretor-executivo da Escola LF.

Ele lembra que a maior quantidade de postos de trabalho no setor de plástico é para o pessoal operacional, como operadores e preparadores de máquinas, que não requer muita experiência e conhecimento profundo, como técnicos e engenheiros. As empresas também descobriram uma nova vertente. Elas ultimamente estão preferindo contratar mão-de-obra especializada em cursos profissionalizantes, que lhe garantam uma boa base, para só depois treinar internamente seus funcionários para o trabalho da forma que considerarem mais adequada, ou seja, sem vícios.

Novo direcionamento
O empresário Cristiano Naves Pereira, por exemplo, habitualmente trabalhava com usinagem, mas o mercado começou a estimulá-lo a abraçar áreas paralelas como a injeção de plásticos e desta forma agregar mais um serviço ao foco principal do seu negócio. Com uma máquina injetora que adquiriu também passou a desenvolver produtos próprios. A mudança deu muito certo e em breve deve adquirir outra máquina semelhante e se mudar para um galpão maior.

É um setor muito bacana, tem bastante demanda e o valor recebido dos produtos é maior do que na usinagem. Você investe um pouco mais no molde, mas depois há um lucro bem mais atraente do que na usinagem. Isso foi um dos motivos que me fez mudar para injeção”, analisa ele.

Cristiano Naves Pereira lembra que o curso de injeção plástica da Escola LF é bem completo e lhe ajudou muito, por exemplo, sobre matéria-prima, já que não tinha qualquer conhecimento sobre esse assunto. Em relação à máquina injetora, admitiu que não sabia nem ligar. Aprendeu a operá-la, a fazer a manutenção básica, entender seus componentes, e naturalmente compreender os tipos de matérias-primas e suas aplicações.

Nunca trabalhei nesta área. A escola foi meu único contato com o plástico. Hoje trabalho com inúmeras matérias-primas, que fui conhecê-las apenas no treinamento. Tudo que faço atualmente foi com o que aprendi nas aulas. Não tinha experiência nenhuma fora dessa escola, mas foi o suficiente para o que realizo hoje”, admite.

“Resumindo, a mudança para a parte plástica e o curso que fiz foram maravilhosos para mim. Agregaram muito. Foi uma mudança radical ver com outros olhos a injeção plástica. Inclusive, há outros cursos que ainda quero fazer. Continuo com a usinagem, mas o que cresce hoje no meu negócio é a parte plástica”, complementa ele.

Os cursos de fato agregaram conhecimento para novos desafios. Os empresários não querem chegar num mercado com total desconhecimento e, portanto, o caminho para colher informações são cursos rápidos. Por outro lado, há trabalhadores no ‘chão de fábrica’ que aprenderam com o colega ao lado, adquiriram vícios, manias e procedimentos tortos e que resistem a mudar. Muitas vezes isso acaba trazendo prejuízos para o empregador e o funcionário nem quer saber. Por essa razão, as indústrias mais avançadas sempre estão procurando mão-de-obra melhor qualificada para o ‘chão-de-fábrica’ com formação prático-teórica sistematizada.

Novos Profissionais
Um aluno oriundo da área de segurança e alarmes, Tiago Andrade Bock, também, sentiu no plástico a segurança que precisava para seguir adiante profissionalmente. Ele não via mais perspectivas de evolução como funcionário em seu setor originário e migrou esperançoso para um novo segmento onde poderia ter um espaço mais promissor.

Com 13 anos de experiência em segurança eletrônica, Bock coordenava o setor de instalação de segurança de um fornecedor, que envolvia câmera, alarme e controle de acesso. Mas ele morava em São Paulo e teve que se mudar para Mauá (Região Metropolitana de São Paulo), porque havia se casado e sua esposa era daquela cidade. Como o mercado de segurança eletrônica era fraco e bem menor que o de São Paulo, procurou alternativas. Logo percebeu que as fábricas de plásticos eram frequentes na região e isso poderia ser uma sugestão e foi o que ocorreu. “Para me capacitar preferi os cursos profissionais em vez do técnico porque eram mais rápidos. Além disso, há mais vagas disponíveis para operadores e preparadores de máquinas injetoras e é mais fácil entrar no mercado nestas funções”, explica.

Precisava aprendizado industrial sólido e buscou na Escola LF a solução. Sem grandes expectativas, o ex-aluno certa vez fez uma visita à instituição e foi quando conheceu a estrutura, salas de aulas e maquinários. Uma das várias razões da sua escolha foi a carga horária maior e conteúdo mais profundo da instituição. “Gostei muito do atendimento e da estrutura e isso me convenceu”, conta.

Pouco depois de concluir o curso de injeção, conseguiu uma vaga numa pequena fábrica em Mauá, onde começou no setor. Segundo ele, o mais difícil não foi encontrar uma vaga, mas um horário conveniente, já que ele cuida do filho pequeno.

Conforme Bock, seu aproveitamento na instituição foi bom e prezou muito o fato de “os instrutores serem da área e muito competentes”. O agora operador e preparador de injeção expõe que neste primeiro emprego na área já havia resolvido vários problemas técnicos dos produtos, usando todo o conhecimento adquirido na escola.

Boas experiências
Exemplos de êxito não faltam. O catalão de Barcelona, Ivan Cañas Martin, mudou sua rota profissional para o plástico depois que chegou ao Brasil há algum tempo. Ele acabou se casando com uma brasileira e fugiram da crise econômica na Espanha na época. Em seu país atuava na construção civil, fazendo de tudo um pouco: assentando azulejos, instalando piso, preparando reboco, ou colocando dry wall. Aqui, ele também chegou a trabalhar em sua profissão de origem, mas amargou o desemprego por causa da crise. Ora estava trabalhando, ora estava fazendo trabalhos avulsos.

Encontrou a oportunidade para seguir em frente em um novo caminho ao conhecer um empresário que viria a ser seu chefe. O argentino Jeremias Meyer é diretor de uma empresa especializada em fabricação de equipamentos de proteção individual (EPI), como capacetes e complementos, óculos, abafadores, máscaras respiratórias, entre outros. “Nunca tinha visto uma injetora e não entendia nada do setor de plástico. Meu patrão pesquisou e indicaram a LF para eu me aperfeiçoar profissionalmente”, conta ele.

Martin relata que os cursos lhe ajudaram muito. Fez o de injeção, que segundo ele, lhe abriu os olhos na parte teórica, e o de regulagem de máquinas. Foram nove meses ao todo que mudaram sua vida. Mais adiante, por conta própria, resolveu fazer o curso de materiais plásticos, que concluiu há apenas um mês. “Foi uma experiência ‘superbacana’, porque conheci muita gente. Tenho contato com o instrutor até hoje e quando tenho dúvidas ou problemas de processos ou material, entro em contato com ele para me ajudar”, diz.

Ivan Cañas Martin reconhece a importância do treinamento na LF. “Em dois anos de profissão consegui o que outras pessoas em ‘chão de fábrica’ conseguem em oito anos”, compara. A seu ver, para conhecer bem o trabalho se não tivesse feito os cursos teria demorado o dobro ou talvez o triplo de tempo com sua atual experiência profissional. Para o futuro espera que a empresa onde atua cresça cada vez mais para ser encaminhado a novos cursos e assim conquistar um cargo melhor.

Fonte: Vervi Assessoria

 

Acompanhe nossas divulgações pelo Facebook

 

 

 

Deixe uma resposta


Top